A forma visível do som: Apolo, Ártemis e grifos mesopotâmicos na imaginação musical da Grécia arcaica

Estudo iconográfico, musicológico e arqueológico sobre uma cerâmica cicládica do século VII a.C., provavelmente produzida em Paros

Figura 1 – Apolo com phorminx, grifo, quadriga alada, Ártemis e séquito divino.

O grifo é um bicho que não há.
Tem corpo de leão e asas de águia.
É um bicho que não há,
Mas que há no que se vê.

O que se vê é o que não há.
O que não há é o que se vê.
O grifo é um bicho que não há,
Mas que há no que se vê.

Resumo

Este artigo propõe uma leitura iconográfica, musicológica e arqueológica de quatro imagens relacionadas ao universo simbólico da música na Grécia arcaica…