ARQUEOSOFIA = arqueologia + Filosofia

Universidade Livre De Arqueologia e Filosofia (ULAF)

Uma cooperativa científica sem fins lucrativos (aceitamos colaboração: pix anisioc@gmail.com) dedicada à pesquisa de Filosofia e Arqueologia.

– Redescobrindo a História –

Biografia

Anisio Candido Pereira Filho. Arqueólogo e Filósofo.
universidade de são paulo (usp)

O que seria a Arqueosofia? Se trata da junção da arqueologia com a filosofia. Ela busca uma compreensão dos contatos entre a Mesopotâmia e a Grécia no século VII a.C. A Jônia e as ilhas Cicládicas são fundamentais, assim como a Assíria. A palavra já foi utilizada, aqui damos um novo significado, totalmente distinto do anterior. Aqui buscamos posições científicas, arqueológicas e filosóficas. Arte e Ciência, nunca algo exotérico.

1995

Inicio do curso de Filosofia na FFLCH da Universidade de São Paulo (USP).

2001

Inicio do curso de Arqueologia no Museu de Arqueologia e Etnologia (MAE) da Universidade de São Paulo (USP).

2012

Finalização do Mestrado sobre cerâmica pariana (Grécia) e mesopotâmia (Assíria).

2015

Primeira parte da maturação e inicio do desenvolvimento da Arqueosofia com a inovação da Arqueologia Cética.

2021

Segunda etapa da Arqueosofia com sua consolidação e primeiro objetivo geral

9/12 – 10 ANOS DE LARP: TRAJETÓRIAS E PERSPECTIVAS
Transmitido ao vivo em 9 de dez. de 2021
inicia no 1:40:00 até
https://www.youtube.com/live/qNCYNnQTEBA?si=kjiepIt5Kis8phyD

2023 e 2024

Fortalecimento do primeiro objetivo, hipótese sobre Sócrates e criação do site.

2025

Teoria: Eterno Não Retorno (ENR)

2026

Inicio do trabalho de animação de imagens de vasos importantes.

2027

?

Porque Arqueosofia? Entre a Assiriologia e os estudos Helênicos há uma divisão que dificulta a observação do fenômeno histórico. Nos aparece, ainda, uma Grécia milagrosa e um oriente ultrapassado. Essa aparência é irreal e distorce o discurso histórico. Podemos então, com a Arqueosofia, vislumbrar um milagre, não o grego, mas o mesopotâmico.

Milagre Mesopotâmico: momento onde os contatos entre o oriente e o ocidente resultaram num acréscimo de continuidades técnicas e artísticas que deixaram vestígios arqueológicos. Esses contatos aparecem através do estudo da iconografia dos vasos gregos, nas pinturas, nos desenhos. Este estudo encontra contatos nos relevos assírios.

Por que Assíria? No século VII a.C. a Assíria é o centro do poder do mundo antigo. Portanto, toda a periferia, e a Grécia é parte dessa periferia, apresenta relações de alguma forma com esse poder centrar. Não nos parece interessante a hipótese de ignorância desses primeiros gregos, ou dos grupos que depois formarão a Grécia, onde o mais importante para nossa pesquisa são os Jônios. Eles não só estavam muito atentos em relação ao poder mesopotâmico dos assírios como são até mesmo citados nos tabletes cuneiformes assírios. Estes primeiros gregos são não letrados, e entram na história escrita nos tabletes cuneiformes assírios.

Mapa do império assírio em sua maior extensão durante o reinado de Assurbanípal (668 a.C. a c. 627 a.C.).
Colônias gregas e fenícias do século VIII ao VI a.C.
Assírios
Gregos
Fenícios ?𐤅𐤄𐤀 𐤟 𐤉𐤌𐤇 𐤎𐤐𐤓 𐤆 𐤟

Citas
Etruscos
Arameus

Experiencias relevantes

Sítios arqueológicos e grandes encontros

Dr. Jean bottéro

Jean Bottéro nasceu em 30 de agosto de 1914, na cidade de Vallauris, na França. Ele teve uma vida acadêmica brilhante, se tornando um assiriólogo e historiador da religião renomado. Bottéro se dedicou ao estudo da Mesopotâmia, uma região que engloba partes do atual Iraque, Irã, Síria e Turquia. Ele escreveu diversos livros sobre o assunto, como “A Mais Bela História de Deus: Quem é o Deus da Bíblia?” e “Il était une fois la Mésopotamie”. Bottéro faleceu em 15 de dezembro de 2007, em Gif-sur-Yvette, na França.

Tróia na Turquia

Dr. Manfred Korfmann

Akrotiri em Santorini

Dra. Katerine trandalidou

Heraion em Delos

Dra.Haiganuch Sarian.

Textos

Algumas tabelas, textos e livros importantes, já publicados e novos textos introdutórios.

2012

Mestrado: Anfora de Apolo​

Estudo sobre a cerâmica Pariana e os contatos com a Assíria. https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/71/71131/tde-05062012-133937/pt-br.php

Pré-Socráticos & Mesopotâmia. Introdução básica.

Os filósofos pré-socráticos, que viveram na Grécia Antiga antes de Sócrates, foram pioneiros na busca por explicações racionais para os fenômenos naturais. A Mesopotâmia, conhecida como a “terra entre rios”, foi o berço de várias civilizações antigas que contribuíram significativamente para o desenvolvimento do conhecimento humano. Este trabalho explora as relações entre os pré-socráticos e a Mesopotâmia, com base em fatos históricos e descobertas arqueológicas.
Contato com Civilizações Mesopotâmicas: Os gregos antigos, incluindo os pré-socráticos, tiveram contato com as civilizações mesopotâmicas através do comércio e da navegação. Este contato facilitou a troca de ideias e conhecimentos, especialmente nas áreas de astronomia, matemática e escrita.
Astronomia e Matemática: A Mesopotâmia foi uma das primeiras regiões a desenvolver a astronomia e a matemática. Os babilônios, por exemplo, criaram um sistema numérico sexagesimal e tabelas astronômicas detalhadas. Filósofos pré-socráticos como Tales de Mileto e Anaximandro foram influenciados por esses conhecimentos ao desenvolverem suas próprias teorias cosmológicas.
Escrita e Registro de Conhecimentos: A escrita cuneiforme, desenvolvida pelos sumérios na Mesopotâmia, permitiu o registro de conhecimentos científicos e filosóficos2. Este método de registro influenciou os gregos a adotarem a escrita para documentar suas próprias descobertas e teorias.
Descobertas Arqueológicas
Tabuletas de Argila: Escavações arqueológicas na Mesopotâmia revelaram tabuletas de argila com registros astronômicos e matemáticos que datam de milhares de anos antes de Cristo. Estas tabuletas mostram a sofisticação do conhecimento mesopotâmico e sua possível influência sobre os pré-socráticos.
Templos e Observatórios: Ruínas de templos e observatórios na Mesopotâmia indicam que os antigos mesopotâmicos tinham um profundo interesse pelo estudo dos astros. Este interesse pode ter sido transmitido aos gregos através de contatos culturais e comerciais.
Teorias de Walter Burkert
Walter Burkert, um renomado historiador da religião e filólogo clássico, argumenta que os pré-socráticos foram influenciados pelas tradições religiosas e mitológicas da Mesopotâmia. Burkert sugere que muitos dos conceitos filosóficos dos pré-socráticos, como a ideia de um cosmos ordenado, podem ter raízes nas cosmologias mesopotâmicas. Ele também destaca a importância dos rituais e mitos mesopotâmicos na formação das primeiras ideias filosóficas gregas. Teorias de Martin West
Martin West, um destacado classicista e estudioso da literatura grega, também explorou as conexões entre a Grécia Antiga e a Mesopotâmia. West argumenta que os gregos antigos, incluindo os pré-socráticos, foram fortemente influenciados pelas tradições literárias e científicas da Mesopotâmia. Ele aponta para a transmissão de conhecimentos astronômicos e matemáticos através de textos e contatos culturais, que ajudaram a moldar o pensamento filosófico dos pré-socráticos.Conclusão
As relações entre os pré-socráticos e a Mesopotâmia são evidentes através de influências culturais e intelectuais, bem como descobertas arqueológicas. O contato entre essas duas regiões facilitou a troca de conhecimentos que contribuíram para o desenvolvimento da filosofia e da ciência na Grécia Antiga. Através da análise de fatos históricos e evidências arqueológicas, podemos compreender melhor como essas civilizações antigas interagiram e influenciaram umas às outras.

Water Burkert

Revolução Orientalizante

Walter Burkert – A Revolução Orientalizante

Curiosidade do Livro IV de Herodoto da editora Gredos, pag. 328, nota 207: “El nombre de Europa (que aparece por vez primera en el Himno homérico a Apolo 250-251, donde se emplea
refiriéndolo al continente griego por oposición al Peloponeso
y a las islas) puede proceder del asirio irib, «poniente», o del
arameo ereb, «tarde».

Other scholars have argued that the origin for the name Europe is to be found in the Semitic Akkadian language that was spoken in ancient Mesopotamia. They point to the Akkadian word erebu, meaning “sunset,” and reason that, from the Mesopotamian perspective, the western-setting sun descended on Europe. As a corollary, they cite the Akkadian word for sunrise, asu, from which they believe the name Asia is derived. From a Mesopotamian ground zero, the eastern-rising sun would have ascended from Asia. https://www.britannica.com/story/where-does-the-name-europe-come-from

Mestrado

Anfora de Apolo​

em uma pesquisa que se prolonga pra além da academia, qualquer contribuição é muito valiosa.

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2024

Caixa informativa

PIX – anisioc@gmail.com

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